25 de janeiro de 2010

Eu e as palavras

Hoje eu descobri mais coisas sobre mim enquanto ainda era criança. Talvez bebê. Sei lá. Descobri porque minha mãe resolveu falar que, quando comecei a estudar, já sabia as vogais. Isso foi com, aproximadamente, um ano e meio. Minha mãe também contou que ela me dava revistas e eu as folheavam mesmo sem ler. Concordo que eu fiquei me achando com isso. Meu irmão disse: “É nerd desde bebê. Credo!”. Mas eu não sou nerd. Nunca fui. :D Depois que eu fiquei sabendo disso, eu assimilei com minha facilidade em escrever sobre mim ou descrever sobre sentimentos que outras pessoas não tem. Então a partir daí eu fiz uma “linha do tempo” entre eu e as palavras. Minha mãe era professora. Enquanto ela trabalhava em casa, eu ficava por perto dela e dos livros. Antes de começar a escola eu já sabia todas as vogais. Eu nunca fui de falar muito, mas não falava errado como a maioria do bebês falam. Quando estava aprendendo a ler, eu tentava ler todos os anúncios que via enquanto meu pai dirigia. Me lembro que no começo eu não terminava nenhum deles e reclamava que o meu pai dirigia rápido demais. Depois eu já lia todos. Eu lia poucos livros infantis e pequenos. Até que eu descobri Harry Potter. Foi dois anos depois de lançarem o primeiro filme, 2004 se não me engano. Depois que eu vi o filme tinha que ler o livro. Ganhei o primeiro de presente de natal. Li. Comecei a ler o segundo livro da série. Mas eu já tinha visto o filme tantas vezes que não deu certo. Então eu pulei para o quarto, Harry Potter e o Cálice de Fogo. É o maior livro. Juro que demorei mais de ano pra ler ele. Mas é porque eu parei de ler um tempo e depois comecei a ler tudo de novo. Quando meu pai me deu o quinto minha mãe já reclamou, porque o livro era caro. Ela achava que era melhor gastar dinheiro com roupas e etc. -.-' Foi uma decepção o quarto filme. Deixou a desejar. Li todos os outros. Muito bom. Recomendo pra quem ainda não leu. Depois eu comecei a descobrir uns clássicos. William Shakespeare, Machado de Assis, Pedro Bandeira, Miguel de Cervantes, etc. Foi por aí que eu descobri que os livros falam muito mais que os filmes. E é daí que minha experiência com as palavras aumenta.

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