6 de fevereiro de 2010

Delírios de um ser sonolento


Estou sem sono agora. Não consegui matar a barata, por isso vou deixá-la viver mais um dia embaixo do sofá. Estou ouvindo o caminhão do lixo e seus lixeiros recolhendo as flores da rua. Eles são pássaros que voam pelo céu azul da noite, torrando no sol quente. As unhas grandes e vermelhas... Toc, toc. É meia noite... ♫ Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim. Que é pra acabar com esse negócio de você viver sem mim. ♫ Vocês vão se alegrar quando suas cabeças rolarem pelo abismo da compreenção. Gudi naiti, e hasta la mañana.

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