13 de junho de 2010

Fascínio #4

Depois de passar pelo parque, ficamos a maior parte do tempo sentados, e nos curtindo, para não cansar muito. Passamos na casa dele, na minha, aeroporto, avião, Madrid. Que cidade linda! Como chegamos tarde, passamos o resto do dia no hotel, para descansar. Que noite! Ele sabia muito bem como deixar uma mulher... como eu posso dizer... mulher. No outro dia fomos ao Museo Nacional del Prado. Se não fosse ele eu não me lembraria nem de sair para almoçar. É um museu imenso, perde somente para o Louvre em quantidade de obras de arte. Não deu para ver tudo, infelizmente. Se eu pudesse passava o resto da vida lá. Imagina eu no Louvre... Mas isso eu conto mais para frente. As pinturas de românticas de Goya são impressionantes. A que mais me tocou foi Cristo Crucificado.

Quando eu a vi, me veio um nó na garganta, um aperto no peito, uma vontade de chorar tão grande, que tive medo de perder meu amado. Abracei ele tão forte que ele se assustou. Mas depois tranquilizei-o, dizendo que não era nada. Tive a intuição de que era melhor voltar para casa, mas ele estava tão feliz. Visitamos rapidamente os outros autores. As obras de Rubens são belíssimas. As obras religiosas de El Greco me fizeram querer sair do museu, aquele aperto no peito voltara. Fomos para o Museu de Arte Contemporânea (Centro del Arte Reina Sofia). Sinceramente, eu prefiro as obras antigas, mas como professora de artes, é bom que eu conheça todos.

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